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Professor de Língua Portuguesa e Literatura. Mestre em Teoria da Literatura (PUCRS/2008). Especialista em Assessoria Linguística (FAPA/2011), Literatura Brasileira (PUCRS/2005) e Infanto-Juvenil (PUCRS/2006). Graduado em Letras (Unilasalle/2004). Blogueiro, leitor, gamer, aspirante a diretor de ópera, adorador de Heavy Metal, do Internacional.

domingo, 13 de maio de 2012

No meu dia

No meu dia de chuva,

Um raio de luz ultrapassará o caminho até o fim,

Levará meu amor ao seu chão salvo,

Guiará meus olhos ao ponto alvo,

Manterá minha dor distante do jardim

De um espaço de uma mão sem luva.

 

No meu dia de sol,

Serei tua alma em breve momento de prazer,

Um escândalo dolorido de vontades inconscientes.

Terá minha mão erguido a clava do amanhecer,

Os espaços do meu coração em puras névoas decentes,

Um sonho que não se acha em anzol.

 

Quando, no entanto, se cruzarem o céu e o mar,

A luz do sol com a beleza do teu olhar,

Eu estarei contigo, independentemente do sol ou da chuva

Para curtirmos juntos cada momento, em cada curva,

Sentindo os espasmos de um coração solto, delirante,

Assim sendo ao menos mais um casal doido e amante.